O principal significado de Gestão Estratégica
é MUDANÇA. A cada dia que passa, o mercado se
torna mais competitivo e os tradicionais conceitos de qualidade,
fidelização e modernização “desmancham
no ar”. Esse conceito de GE busca, na moderna administração,
criar espaços para um novo entendimento do que seja organizar
um negócio e ter sucesso com o mesmo.
Para tanto, novos instrumentos entram em cena. O primeiro deles
é a administração por objetivos. Diante
de uma visão sistêmica, ou holística como
alguns gostam de chamar, uma organização deve
ser entendida como um complexo dinâmico e dependente dos
ambientes internos e externos. O olhar para dentro busca encontrar
os seus pontos fracos e fortes, transformando problemas em oportunidades.
Como segundo, não menos importante, é o instrumento
conhecido como benchmark. Aprender com as boas práticas
de mercado é a sua tradução mais simples.
Para concorrer é preciso conhecer, isto é, ter
informações sobre os concorrentes, sobre as boas
práticas, e compreender que não somos perfeitos
e que precisamos observar para mudar.
O último instrumento da nova administração
é o Planejamento Estratégico. É a conjugação
dos dois primeiros instrumentos, na perspectiva de organizar
ações que visem mudar o atual negócio frente
às novas iniciativas concorrenciais de mercado. Ações,
prazos, orçamento, responsáveis, avaliações
e correções de rumo organizam o conjunto final
das intenções de mudança.
Entretanto, sem mudar as “cabeças” nada disso
tem validade. As pessoas precisam estar preparadas para as mudanças.
O que era verdade, agora não é mais. O que era
seguro, não existe mais. Estabilidade e segurança
estão banidas do novo dicionário de negócios
no Brasil.
Então, não basta preparar-se para as mudanças
- é preciso ser o líder delas. E tudo isso está
inserido no que chamamos de Gestão Estratégica,
ou seja, GESTÃO PARA AS MUDANÇAS. Assessorar a
Gestão das Mudanças em instituições
e empresas é o nosso trabalho.